sexta-feira, 10 de novembro de 2017





O governo federal anunciou ontem, a nova versão programa Avançar, que havia sido lançado inicialmente em junho deste ano como substituto do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Nesta reedição, o governo anunciou que vai concluir, entre 2017 e 2018, 7.439 projetos e destacou 34 obras como prioritárias. Nenhuma é nova. No total, os investimentos somam R$ 130 bilhões e os empreendimentos têm prazo de entrega até o fim de 2018. No Ceará, o governo promete, com o Avançar, concluir 408 obras, com investimento de R$ 1,7 bilhão.
Entre as obras selecionadas no Estado, estão creches, escolas, unidades básicas de saúde, moradias, quadras poliesportivas e cidades digitais. Estão previstas ainda recuperação de barragens, saneamento e abastecimento de água em zonas rurais. Em todo o País, são diversas obras presentes em mais de 3 mil municípios brasileiros, que envolvem desde a conclusão de creches e unidades básicas de saúde até a finalização de hidrovias. Todas as regiões do Brasil serão beneficiadas. O Nordeste terá o maior número de obras: 3.186, investimento de R$ 19 bilhões.
São três fontes de recursos: R$ 42,1 bilhões do orçamento geral da União; R$ 29,9 bilhões da Caixa Econômica Federal, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); R$ 58,9 bilhões de empresas estatais do setor de energia, em especial a Petrobras.
A coordenação do programa está sob a responsabilidade dos ministros Moreira Franco, da Secretaria Geral da Presidência da República, e Dyogo Oliveira, do Planejamento.
O "Agora, é Avançar" é um programa integrado de mais 11 ministérios: Cidades; Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; Cultura; Defesa; Educação; Esporte; Integração Nacional; Minas e Energia; Saúde; Transportes, Portos e Aviação Civil; e Turismo.
Agenda positiva
O anúncio do novo Avançar foi mais uma tentativa do governo Temer de criação de uma agenda positiva, em seu esforço de contrapor a crise política com medidas favoráveis no campo econômico.
O presidente Michel Temer usou boa parte do seu discurso para destacar o apoio do Congresso e feitos do governo. "Quando assumimos o governo a primeira coisa que pensamos é que o governo deveria ter marcas. Não marcas referentes a obras ou empreendimentos, mas marcas de interlocução, por isso a primeira palavra que veio a nossa mente foi a palavra diálogo", disse. Sem comentar diretamente as denúncias que foram impostas contra ele pela Procuradoria-Geral da República, o presidente disse que seu governo "teve grandes contestações".
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