O clube entrou em acordo com a Odebrecht para mandar suas partidas no local e ficou responsável por reparos. Isso inclui dívida de R$ 1,35 milhão da empreiteira com a Light
A Odebrecht, que não quer mais a arena que administraria por 35 anos, não havia pagado as contas referentes a outubro, novembro, dezembro e janeiro. O valor devido pela empreiteira à Light, a fornecedora de energia elétrica carioca, chegou a R$ 1,35 milhão. O pagamento era determinante para que o estádio pudesse ser recuperado, motivo pelo qual o Flamengo topou desembolsar a grana. Sem luz não havia como irrigar o gramado, por exemplo.
Não é a primeira vez que o ônus do abandono do Maracanã sobra para os clubes. Na fase final do Campeonato Brasileiro, em novembro de 2016, Flamengo e Fluminense também toparam arcar com custos que não eram de suas competências para poder usar o estádio. A diretoria rubro-negra, por dois jogos, desembolsou R$ 570 mil em reparos que cabiam à Odebrecht. Em 2017 o preço para jogar no estádio será consideravelmente maior para os times cariocas.
