Como a população enxerga o Crato de hoje? E o que
estas pessoas querem pro futuro da cidade? Diversos assuntos fazem parte do
debate quando se pensa na cidade do Crato que nossos filhos e netos vão
conhecer. Mobilidade urbana, sustentabilidade, qualidade de vida, convívio são
alguns dos grandes desafios da vida nas cidades.
Para discutir tudo isso e muito mais, precisamos desapaixonar de certos conceitos e focar no “Crato como eu quero”, É o que cada um de nós deveria fazer. Uma reflexão profunda sobre a nossa cidade.
Para discutir tudo isso e muito mais, precisamos desapaixonar de certos conceitos e focar no “Crato como eu quero”, É o que cada um de nós deveria fazer. Uma reflexão profunda sobre a nossa cidade.
Estamos pouco a pouco perdendo nossa identidade política
e histórica. Estamos virando fantoches que vivem em prol de alguns e não para o
bem estar de todos.
A que ponto chegamos. Acho que nem o mais
pessimistas imaginariam que pudéssemos ver ainda neste século uma cidade tão
sugada e tão maltratada por aqueles que dizem amar o seu torrão.
Que remédio teremos para barrar tamanhos abusos e desmandos que a
cada dia cresce e assolam a cidade e o próprio povo?
Não há mais tempo a perder, as medidas devem ser tomadas,
mesmo por aqueles que erraram e tem o direito ao arrependimento, porque burrice
é assistir a tudo de camarote de braços cruzados vendo os valores de nossa
cidade definhando ou se transformando em cinzas.
A querida e imponente praça da sé do Crato, cartão
postal e orgulho de nosso povo, está virando uma praça de alimentação a céu aberto.
Nada contra com quem queira ganhar o seu pão de cada dia, afinal o sol nasceu
para todos, mas não devemos confundir progresso e desenvolvimento com
desorganização ou falta de planejamento.
Como quem diz que cada um deve está em seu quadrado,
é inadmissível que a gestão municipal tenha acordado com a implantação de barracas,
trailer de lanches, mesmo padronizados, e aqui excluo os quiosques já existentes,
não se concebe que espaços públicos se tornem pontos comerciais consumindo os
espaços de lazer e o da própria praça, ou estão esquecendo as medidas
obrigatórias dentro do centro urbano para a coletividade?
Aqui virou a terra que se pode tudo, mas que ninguém
pode falar nada. A população não tem mais vez e nem voz.
As pessoas estão amedrontadas, porque se sentem perseguidas,
isoladas, com seus direitos ceifados e sem ninguém para lutar por eles, porquê
quem devia está comendo no mesmo prato de quem maltrata o povo e cospe para
cima esquecendo que este mesmo povo é o que tem o verdadeiro poder em suas
mãos.
