O
deputado Carlos Matos integra comitiva cearense, composta também por
representantes de governo, Banco do Nordeste do Brasil (BNB), universidades,
empresários e imprensa, que tem como objetivo o intercâmbio entre Israel e
Brasil na gestão de recursos hídricos.
Além do
parlamentar, que representa a Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, o
grupo é formado pelo secretário de Planejamento do Estado, Maia Junior; pelo
secretário adjunto da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado, Francisco
Carvalho; pelo Presidente do BNB, Marcos Holanda; pelo reitor da Universidade
estadual do Ceará (UECE), Jackson Sampaio; pelo reitor da Universidade do Vale
do Acaraú (UVA), Fabiano Carvalho; pelo vice-reitor da Universidade Regional do
Cariri (URCA), Francisco Júnior; pela pró-reitora de extensão da Universidade
Federal do Ceará (UFC), Márcia Tavares; pelo pró-reitor do Instituto Federal de
Educação (IFCE), Wally Menezes; pelos executivos do BNB, Eduardo Gaspar e Luiz
Esteves; pelo vice-presidente do Grupo de Comunicação O POVO, Dummar Neto; e
pelos jornalistas Luiz Viana (O POVO) e Bruno Cabral (Diário do Nordeste).
A
comitiva permanece em solo israelense até o dia 29 de abril e participa de
intercâmbio entre o Hub de Inovação do Nordeste (Hubine) e o Centro Bengis de
Empreendedorismo e Inovação.
Também
está programada uma visita à universidade Ben Gurion, na qual Carlos Matos, que
preside a Comissão de Desenvolvimento Regional, Recursos Hídricos, Minas e
Pesca da Assembleia Legislativa, já desenvolveu vários trabalhos na área de
recursos hídricos quando esteve à frente da Secretaria de Agricultura Irrigada
(Seagri) e Secretaria de Agricultura e Pecuária.
“Tenho
grande expectativa quanto aos resultados que poderemos trazer para o Ceará.
Viemos em busca de fomentar e desenvolver projetos de interesse da sociedade e
o uso eficiente da água e da energia é uma questão de grande importância para
nós que vivemos no semiárido. Já fizemos algo semelhante quando da
administração do senador Tasso Jereissati à frente do governo. Hoje voltamos
para buscar atualização das experiências dos ecossistemas de inovação do
Brasil, Israel e China, aprofundar o conhecimento sobre políticas públicas de
águas e novas estratégias para melhorar a segurança hídrica”, destacou.
