Foto: reprodução, internet
O Governo Federal confirmou
que, a partir de novembro de 2025, famílias inscritas no CadÚnico passaram a
ter direito a um novo benefício adicional, além do Bolsa Família: o Gás do
Povo, programa que oferece botijão de gás gratuito para milhões de brasileiros
em situação de vulnerabilidade.
O novo programa foi lançado
pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como substituto do antigo Auxílio Gás
e já está em fase de implementação em todo o país.
O Gás do Povo é uma política
social que garante botijões de gás de cozinha (GLP 13kg) totalmente gratuitos
para famílias de baixa renda. O programa funciona por meio de recarga ou
retirada do botijão em estabelecimentos credenciados, sem que o beneficiário
precise desembolsar qualquer valor.
Segundo o Ministério do
Desenvolvimento e Assistência Social, o objetivo é reduzir o gasto mensal das
famílias, já que o gás é um dos itens essenciais mais caros no orçamento
doméstico.
De acordo com informações
oficiais, têm direito ao Gás do Povo:
Famílias inscritas e
atualizadas no CadÚnico;
Famílias com renda per capita
de até meio salário-mínimo;
Prioridade para beneficiários
do Bolsa Família, especialmente lares com mais de duas pessoas.
Ou seja, milhões de famílias
que já recebem o Bolsa Família poderão acumular o novo benefício, aumentando a
rede de proteção social.
Quando começou a valer?
O governo iniciou a
distribuição das primeiras recargas gratuitas em 24 de novembro de 2025,
atendendo inicialmente 1 milhão de famílias em diversas capitais do país.
A previsão oficial é que o
programa esteja 100% ativo até março de 2026, alcançando 15,5 milhões de
famílias, cerca de 50 milhões de brasileiros.
O Gás do Povo deve distribuir
até 65 milhões de botijões por ano, representando um investimento alto, mas
considerado essencial para combater a insegurança energética e alimentar.
Para as famílias
beneficiárias, o impacto é imediato: com o gás garantido, o orçamento mensal
fica mais leve, e há maior segurança no preparo dos alimentos, evitando que
famílias recorram a alternativas perigosas como lenha, álcool ou carvão.
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