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| Foto: Reprodução |
Ao encontrar um filhote
abandonado, a família de Marian Vázquez Alarcón, acreditando ser um cachorro,
não hesitou e o adotou imediatamente. A família reside na cidade de Vera Cruz,
no México.
O filhote foi acolhido com
muito amor, carinho e cuidados pela família. No entanto, conforme o animal
crescia, algo estranho se revelava na criaturinha
O animal demonstrava um grande
desejo em consumir carne, principalmente frango.
Mesmo quando filhote, ele não
gostava que ninguém se aproximasse enquanto estivesse se alimentando, o que
deixou Marian intrigada.
Até que, quando ficou maior, a
família percebeu que não havia adotado um cachorro.
Então, que animalzinho seria
esse? Você não vai acreditar, a família havia resgatado um coiote.
Coiote
Os
coiotes, segundo o National Geographic, são mamíferos onívoros que habitam a
América do Norte.
Anteriormente
restritos às pradarias e desertos do oeste dos Estados Unidos e do México, hoje
em dia são encontrados em diversos habitats.
Os
coiotes são conhecidos por sua adaptabilidade, podendo se alimentar de uma
variedade de fontes, incluindo roedores, lagartos, insetos e até lixo.
Sua
expectativa de vida na natureza é de até 14 anos.
Apesar
de serem caçados por humanos há séculos, sua astúcia e capacidade de
recuperação contribuem para sua sobrevivência.
De
acordo com o Wildlife Removal USA, muitas pessoas desejam manter coiotes
como animais de estimação, mas isso é desaconselhado devido aos riscos
envolvidos.
Embora
alguns tenham conseguido domesticar coiotes jovens, a maioria desses animais
acaba se tornando difícil de lidar quando crescem.
Eles
podem transmitir doenças aos cães, predar animais domésticos e até mesmo se
envolver em confrontos perigosos com outros animais de estimação.
Tentar
domesticar um coiote pode resultar em comportamento agressivo e potencialmente
perigoso para os humanos.
Portanto,
é recomendado deixar os coiotes viverem em seu estado selvagem para a segurança
de todos.
Marian
ficou com o coiote?
A
mexicana contou que, conforme o animal crescia, estava ficando agressivo, por
isso optou por pedir ajuda a profissionais ambientais.
"Tive
que entrar em contato com a Profepa (Procuradoria Federal de Proteção ao Meio
Ambiente) e o local mais próximo era Coatzacoalcos", disse Marian.
"Expliquei como o criei e, em seguida, eles entraram em contato comigo e
vieram buscá-lo. Encontraram o lugar adequado para ele e o transferiram para o
Bosque dos Sussurros".
Fonte: AMOMEUPET

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