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| Foto: Reprodução |
Danilo
de Campos fazia exercícios físicos diariamente, seguia dieta e não tinha
problemas de saúde, conta a esposa. Profissional de educação física deixa a
viúva e o enteado de seis anos.
Danilo
de Campos, o personal
trainer de 31 anos que morreu de infarto após sentir um mal-estar no estômago,
tinha a família e a própria saúde como prioridades na vida, segundo a esposa
dele, Daniela Kuhn.
Natural
de Itararé, São Paulo, ele morava há mais de 10 anos em Ponta
Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, onde se graduou em Educação Física e
atuou como personal trainer em diversas academias da cidade.
"Ele
era uma pessoa incrível e não falo por clichê. Todos os alunos que passaram por
ele, todos os colegas que um dia trabalharam com ele sabiam que ele era
diferenciado", conta a viúva do profissional.
Nas
redes sociais, Danilo costumava dividir a rotina de treinos e também passar
dicas e orientações sobre a execução de exercícios, além de mensagens de
incentivo para uma vida de alimentação correta com frequência de atividades
físicas.
Diversos
amigos, familiares e alunos publicaram homenagens ao personal trainer.
"Me
sinto triste, com a partida do Danilo de Campos, ótimo profissional de educação
física! Mas ficarei com alegres e motivadoras lembranças dele. Meus sentimentos
aos familiares em nome da VitalRunningPG na qual ele fez a diferença,
conscientizando, ensinando, motivando na prática esportiva", diz uma das
publicações nas redes sociais.
Danilo de Campos, o personal trainer de 31 anos que morreu de infarto após sentir um mal-estar no estômago, tinha a família e a própria saúde como prioridades na vida, segundo a esposa dele, Daniela Kuhn.
Natural
de Itararé, São Paulo, ele morava há mais de 10 anos em Ponta
Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, onde se graduou em Educação Física e
atuou como personal trainer em diversas academias da cidade.
"Ele
era uma pessoa incrível e não falo por clichê. Todos os alunos que passaram por
ele, todos os colegas que um dia trabalharam com ele sabiam que ele era
diferenciado", conta a viúva do profissional.
Nas
redes sociais, Danilo costumava dividir a rotina de treinos e também passar
dicas e orientações sobre a execução de exercícios, além de mensagens de
incentivo para uma vida de alimentação correta com frequência de atividades
físicas.
Diversos
amigos, familiares e alunos publicaram homenagens ao personal trainer.
"Me
sinto triste, com a partida do Danilo de Campos, ótimo profissional de educação
física! Mas ficarei com alegres e motivadoras lembranças dele. Meus sentimentos
aos familiares em nome da VitalRunningPG na qual ele fez a diferença,
conscientizando, ensinando, motivando na prática esportiva", diz uma das
publicações nas redes sociais.
"Sinto
não ter aproveitado cada segundo que deixamos passar devido à correria do dia a
dia. Mas foi um amor intenso, fomos muito felizes. Meu filho tem seis anos,
eles se adotaram como pai e filho e se amavam como tal, foi o melhor pai que o
meu filho poderia ter. Ele está sofrendo muito a falta", conta Daniela.
O
corpo do personal trainer foi sepultado na Colônia do Lago, em Palmeira, cidade
vizinha a Ponta Grossa.
"Meus
pais o adotaram como filho, sentiam um orgulho imenso dele. Ele foi sepultado
no túmulo da nossa família, meu pai fez questão", conta a esposa de
Danilo.
"Levava
uma vida extremamente saudável, havia feito uma consulta de rotina com o
cardiologista há 6 meses para exames de check-up e estava tudo bem. Ele fazia
dieta orientada por um nutricionista, treinava musculação seis vezes na semana
e fazia 'cardio' em jejum diariamente ao acordar".
Ainda
segundo Daniela, o marido consumia whey protein (proteína do soro do leite),
creatina e compostos para pré-treino – itens de consumo comuns entre
frequentadores de academia. Ela também usa os produtos.
Durante
a carreira, Danilo participou, uma única vez, de um campeonato de
fisiculturismo, mas, segundo Daniela, ele não quis continuar no segmento devido
ao esforço que a atividade demanda – inclusive para a saúde.
"Ele
atuava como personal trainer, não era um fisiculturista. Ele só competiu uma
vez, em 2022. Tinha curiosidade de sentir na pele como era a competição que
premia o esporte que ele tanto amava. Pegou o quinto lugar entre 15 atletas,
saiu satisfeito e decidido a nunca mais competir, porque exigia sacrifícios à
saúde e à família que ele não estava disposto a se expor. Ele prezava a família
em primeiro lugar", conta.
Fonte: G1
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