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| Foto: Reprodução |
Antônio Soares Lima Filho foi
o terceiro militar a sofrer a punição máxima aplicada pela CGD por participação
no motim policial de 2020. O primeiro a ser expulso foi o soldado Raylan Kadio
Augusto de Oliveira, em junho último. Assim como Antônio Soares, ele também
participou da invasão ao 18º BPM. No mês seguinte, a mesma punição foi aplicada
ao bombeiro Magno Maciel da Silva, que por ter participado ativamente do
movimento ilegal, foi declarado “incapacitado de permanecer na situação ativa”
da corporação.
O motim ocorreu entre os dias
18 de fevereiro e 2 de março do ano passado, em diversas cidades cearenses.
Atualmente, segundo a CGD, 341 policiais identificados por participação no
movimento continuam respondendo a processos administrativos disciplinares,
estando estes em fase de instrução processual. O órgão pontua que também
existem outras investigações em curso, ainda em fase inicial, que podem
resultar na abertura de novos processos disciplinares.
*Conte Fonte: O Povo

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